sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dos medos
Tenho medo
Pavor que arrepia
Não da morte
Mas da vida mesquinha
Dos arrependimentos
Que atormentam
Desse insuportável
Terror da noite
Da alma escura
Que anseia por estrelas
Como uma meia lua solitária
No vazio do nada
Que aguarda o nunca
Do insano vir-a-ser...

Débora Borsatti

4 comentários:

  1. Vc tem uma profundidade enorme. Diga-me gatinha, o que vc anda lendo esses dias??? Gostei desse tb. http://thebigdogtales.blogspot.com

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  2. Um tanto sombrio, e acho que textos são todos assim..rs Abraço querida e Sorte!!

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  3. Teus três últimos versos são sensacionais e refletem o vazio de muitos.
    Aprecio muito a tua forma clar e sincera de escrita.
    Até a proxima!

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Olá,
Críticas são bem vindas, levando em consideração que não sou professora de português, nem tão pouco escritora. Tudo o que faço é tirar idéias de dentro e expor aqui, para que outras pessoas possam ler e ter suas impressões!
obrigada,
Abraços